Game Developers Conference 2011
TAXI blog |
PLAYFUL EXPERIENCES |
Realmente incrível esse aplicativo para iPhone que traduz do inglês para espanhol e vice-versa, em tempo real.
Apresentação muito bacana do Creative Lab @Google. Aqui o visitante vai ver 106 ideias criativas que mesclam tecnologia com arte, política, publicidade, interação, luz e muito mais. Realmente um trabalho de curadoria excelente.
Se você é uma pessoa ligada, vai rever muita coisa aqui, de qualquer forma, duvido que conheça tudo. Reserve um tempinho e aproveite, pois o conteúdo tem muitos vídeos e links interessantes.
Acesse a apresentação aqui: bit.ly/creativeinternet
Leonardo Dias
Esta semana eu tive o prazer e a honra de dar uma palestra para pessoal de Publicidade e Jornalismo na X Semana de Comunicação da UNASP. O tema escolhido foi o uso de games como ferramenta de branding e comunicação. Já que o mercado é carente de informações sobre o tema, imaginava que iria encontrar terreno árido também nos jovens estudantes.
Reproduzo abaixo a apresentação que usei:
A não ser que o pessoal finja muito bem, pareceu-me que os cerca de 200 alunos presentes curtiram o assunto. Admito que isso se deva mais pelo interesse natural pelo tema do que qualquer atributo deste humilde escriba.
Fui muito bem recebido pela equipe organizadora Kenízzia, Profs. Fábio e Kenny, sem contar o Coordenador, o gaúcho Martin Kuhn que esquentou a platéia prá mim tocando músicas gaudérias enquanto eu ajustava o projetor. Agradeço a todos pela oportunidade e o convite.
Hoje lançamos nosso primeiro App “próprio” para iPhone. É verdade que já havíamos feito games e apps para iPhone e iPod antes: Esteira Gatorade, Garota do Tempo Skol e mais recentemente o Fiat Uno Color Race. Só que todos estes projetos foram para nossos clientes agências de propaganda: Almap BBDO, F/Nazca e AgênciaClick respectivamente. É maravilhoso ter clientes e parceiros como os que tivemos e que viabilizaram Apps incríveis que chegaram o topo dos downloads na App Store. Mas que dá um gostinho especial publicar o próprio, isso dá.
O aplicativo em questão é o DDDiscador. Uma ferramenta que inclui, nos números discados a partir da agenda do iPhone, o código da operadora preferida do usuário. Assim, se ele só gravou o número local, ou se não registrou a operadora, pode usar o DDDiscador para discar por ele incluindo o código da operadora.
Outra vantagem é se a agenda do usuário estiver com uma operadora cadastrada, mas ele quiser usar outra. Muito útil em tempos de portabilidade ;-). DDDiscador também possibilita a discagem com os códigos a cobrar local e a cobrar DDD.
Enfim, saiba mais sobre o DDDiscador aqui.
Ou baixe ele na App Store aqui.
Leonardo Dias
Interessante o celular criado pela Mozilla, fiquei impressionado com as projeções de tela e teclado.
Diretores de Arte, tomem nota!
http://www.wallblog.co.uk/2010/09/16/the-most-powerful-colours-of-the-web-infographic/
Sensacional o modo como foi feita essa animação, sem contar nos fantásticos efeitos sonoros:
Publicado no final de agosto mais um projeto para a AgênciaClick e Fiat. O Fiat Uno Color Race é um game para iPhone, que mescla o estilo puzzle com time trial race. O game que chegou ao número 1 da App Store Brasil em 3 dias, segue a linha da campanha do Uno onde objetivo é colorir uma cidade, deixando-a com a cara carro.
Para fazer isso o usuário deverá dar uma volta em cada quadra da cidade. Mas não sem antes customizar seu Uno com a cor e o adesivo preferido. Depois disso, a cada volta a quadra assume o visual escolhido. Tudo muito tranquilo se não fosse uma corrida contra o tempo e inimigos que fazem de tudo para atrapalhar.
O jogo foi desenvolvido em 3D, utilizando a game engine Unity 3D. A mesma que a TAXI labs utilizou para desenvolver o Punto T-Racer, o site da Ford Transit e os Gols em 3D interativo da Copa para o UOL. Além disso o game pode ser pilotado usando o acelerômetro e/ou o touch-screen.
É um dos primeiros jogos brasileiros a utilizar a plataforma de social games OpenFeint, que permite compartilhar recordes via Twitter, Facebook além de convidar amigos.
Enfim, se você tiver um iPhone, iPod Touch ou iPad, baixa aí!
Leonardo Dias
A gente anda tão corrido que demorei um pouco para postar. Neste projeto, fomos chamados pela Dojo para produzir a campanha online de lançamento do celular LG DLite. O DLite é um celular entry level para o público adolescente. Seu diferencial é o visual externo superbacana com animações por LEDs.
Nós modelamos e animamos o celular em 3D, produzimos o site, as peças da campanha e criamos uma ferramenta que permite o usuário montar um filme com várias sequências de animações feitas com LED. Esse lance das animações, pode parecer simples, mas dá um trabalho danado. Certamente aumentou o meu respeito e consideração pelos animadores que trabalham com painéis de LED e similares ;-).
O resultado final ficou muito bacana e usa uma música da cantora canadense “Lights” que permeia a campanha toda.
Parabéns para a turma toda da Dojo e ao pessoal da TAXI que durante o projeto trabalhou num misto de fuso horário nosso e californiano, o que fez todo mundo parecer zumbi no final.
Visite o site aqui www.dlitebylg.com
Leonardo Dias
Saiba como é feito um advergame e confira também o clássico do videogame, num clássico da propaganda.
Confira a reportagem que o pessoal da Adnews fez aqui na TAXI labs.
TAXI labs Video Reel, an innovation company that researches and develops technology that enables the creation of digital immersive experiences. We build crazy games, interactive 3D environments, virtual reality tools, and all sort of fun and digitally engaging projects.
Tem coisas que a gente assume meio sem questionar. O inglês tem uma expressão ótima para isso que eu gosto muito, é o “take for granted”. São coisas habituais, do nosso no dia a dia, e de repente vem alguém e mostra um jeito melhor, ou algo completamente novo que ninguém pensara antes.
Foi assim com o Walkman, antes da Sony lançá-lo há quase 30 anos, ninguém imaginava andar ouvindo suas fitas cassete. Foi assim com o Vídeo Cassete, outra da Sony. E, dizem que, foi assim com os limpadores de pára-brisa, ninguém questionava muito a invenção lusitana, até que os americanos tiveram a idéia de colocá-los do lado de fora do carro (piadinha velha, mas não resisti).
Tudo isso pra ilustrar o que acontece com nossa principal forma de interagir com os computadores pessoais: o mouse. Numa analogia simples, o mouse representa um de nossos dedos passeando pela tela. Quando clicamos, é como se o nosso dedo apertasse um botão. Se clivarmos e não soltarmos, podemos arrastar as coisas. Além disso, começaram a aparecer outras ações para o nosso “dedo virtual”: são cliques duplos, cliques com o segundo botão, cliques com o botão do meio, outras variações com “scroll wheels” e muito mais (A não ser que você tenha um Mac, aí, é um botão só mesmo).
Olhando rapidamente, o mouse é um dispositivo poderosíssimo, livrou-nos de interagir com o computador através da digitação de códigos obscuros via linha de comando e nos trouxe para o mundo das janelas. Mas, pense bem, quantos dedos você tem? Com sorte 10 (sim, desconsiderando seus pés). No entanto, quando usamos uma interface gráfica num computador, não pensamos muito a respeito, mas estamos usando apenas um “dedinho virtual” e esquecendo dos demais.
Imagine o seu dia a dia no mundo limitado ao uso de apenas um dedo. Como se todas as suas atividades, pudessem ser realizadas com apenas seu indicador. Apertar um botão, ok, coçar o nariz, beleza. Mas e espremer aquela espinha chata, ou tapar os dois ouvidos no meio de um barulho infernal, tocar piano então? Já pensou?
Assim como, praticamente sem questionar, assumimos a vida com nossas duas mãos com cinco dedos cada, também assumimos as interfaces de computador sem pensar muito nas limitações impostas. Até que vem alguém, ou alguns, e apresentam algo diferente. É o que está acontecendo agora,quando experiências de interface multi-touch começam a pipocar e saem da obscuridade acadêmica em que estiveram nos últimos 25 anos.
Todos que viram o filme certamente lembram das interfaces multi-touch de “Minority Report”. Assistir John Arderton, interpretado por Tom Cruise, interagir com diversas telas usando as duas mãos e os dedos, foi uma amostra de como seria o futuro. Mas hoje a referência mais reconhecida é, sem dúvida, o iPhone. Ver Steve Jobs “pinçando” uma foto na tela do celular para alterar o zoom deixou o mundo todo embasbacado e louco pra experimentar também. É como se finalmente alguém reconhecesse que os outros nove dedos serviam para alguma coisa. Também não posso esquecer do protótipo de mesa interativa da Microsoft, o Surface. Que todo mundo adora desdenhar e que só não fez mais barulho, por que não foi o Steve Jobs, com seu campo de distorção da realidade, que apresentou.
O fato é que hoje temos uma série de iniciativas de hardwares que aceitam multi-touch, e isso certamente afetará a forma como interfaceamos com o mundo digital. Mas o hardware é só metade da equação. Precisamos começar a pensar em softwares que aceitem esses múltiplos inputs simultâneos. Ainda vamos ter um período meio caótico, até que determinados gestos sejam entendidos de forma padrão e previsível para o usuário. Assim como hoje todos sabem o que faz um duplo clique, precisaremos ter padrões para pinçar, afastar dois dedos, girá-los etc. Até que estejamos tão acostumados com multi-touch quanto estamos com nosso solitário dedo virtual de hoje.
Também da Apple vem o primeiro laptop com sensor de múltiplos toques no seu “touchpad”, o Mac Book Air. Como o hardware é só a primeira parte a ser resolvida da equação, apesar do Air aceitar multi-touch, por enquanto, apenas alguns softwares da Apple interpretam comandos com mais de um dedo. Mas é questão de tempo.
É um campo a desbravar para os desenvolvedores de hardware, software e interfaces. Uma área interessante para se atuar e poder ajudar a escrever novos padrões. É questão de alguns anos para que olhemos para trás e pensemos “como é que a gente vivia com apenas um dedinho antes?”
Leonardo Dias
Neste demo simples de RA, vemos um protótipo de embalagem que será lançada interagir com conteúdo 3D. Projeto feito usando a nova versão do Virtools, que agora lê feeds de vídeo realtime.
Então é assim que o pessoal que desenvolve conteúdo estereoscópico consegue visualizar suas criações...
Esse pessoal de uma faculdade alemã, que é o mesmo pessoal do post anterior, do provador virtual de tênis, já havia feito uma demonstração cheia de bugs do provador no ano passado na SIGGRAPH. Mas para esse ano eles acertaram a mão. Tanto o de tênis, quanto o de camisetas está muito bom.
Através de um jogo de espelhos e projeção de luz se tem a ilusão da holografia. Já, usando um anel com material refratário de luz IR a câmera detecta a posição da mão e um array de micro alto-falantes vibram de forma a formar uma onda de som dirigida e focada que faz você sentir uma pressão, como se o objeto estivesse te tocando.
Sala em Chroma Key, para ser experimentada com óculos e luvas de realidade virtual.